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IBAM e Entidades Executoras formalizam contratos para restauração em áreas de assentamento na Amazônia.

O Instituto Brasileiro de Administração Municipal (IBAM), representado por sua Superintendente Geral, Claudia Ferraz formalizou, no dia 24 de março de 2026, contratos com as instituições selecionadas no âmbito da Iniciativa Restaura Amazônia – Macrorregião 1 (AC/AM/RO) – Edital 02/2025. A assinatura marca o início da etapa de implementação de projetos de restauração ecológica e produtiva localizados em áreas de assentamentos.

A iniciativa é financiada com recursos do Fundo Amazônia, sob gestão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES, com coordenação do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima – MMA e articulação com o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar – MDA. O IBAM atua como parceiro gestor na Macrorregião 1, responsável pela condução dos processos de seleção, contratação, gestão, repasse de recursos e acompanhamento técnico dos projetos.

São seis as entidades executoras:  Ação Ecológica Guaporé (Ecoporé), Associação SOS Amazônia, Greendata Centro de Gestão e Inovação Socioeconômica e Ambiental, Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam), Itaipu Parquetec e União das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária de Rondônia (Unicafes).

Os trabalhos preveem a restauração de aproximadamente 1.340 hectares, com investimento total de 43 milhões de reais e incluem a implementação de diferentes estratégias de restauração, como regeneração natural assistida, plantio de mudas nativas, sistemas agroflorestais (SAFs) e ações de fortalecimento da cadeia produtiva da restauração ecológica e produtiva, fortalecendo assim as instituições e os assentados que serão contemplados com as ações do projeto. Também estão previstas atividades de capacitação, assistência técnica e monitoramento ambiental ao longo da execução dos projetos, prevista para os próximos 48 meses.

O IBAM reforça, com essa iniciativa, seu compromisso com a promoção da restauração ecológica na Amazônia, o fortalecimento institucional de organizações locais e o desenvolvimento sustentável de territórios rurais. Dessa forma contribui para a manutenção dos serviços ecossistêmicos, recuperação de áreas degradadas e para o avanço das políticas públicas ambientais no país, em especial o Planaveg (Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa.